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Vítimas ouvidas pelo MP-SP dizem que funcionários de João de Deus eram coniventes com abusos

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Depoimentos colhidos por grupo de apoio da promotoria em SP foram encaminhados para investigação do MP-GO.

Mulheres ouvidas pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) afirmaram que alguns funcionários do médium João de Deus eram coniventes com os abusos sexuais cometidos durantes as sessões espirituais em Abadiânia, Goiás.

Segundo as promotoras Valéria Scarance e Gabriela Manssur, as vítimas apontaram quatro funcionários, cujos nomes se repetem nos depoimentos. O fato será apurado pelo MP de Goiás, que é responsável pelas investigações do caso.

O grupo de apoio criado pela promotoria em São Paulo para colher depoimentos já registrou formalmente 60 casos. Segundo Scarance, 18 mulheres já foram ouvidas até esta quinta-feira (13) e outras 18 já estão marcadas para a semana que vem. Os trabalhos devem continuar em janeiro, na volta do recesso judicial.

O número de vítimas ainda pode aumentar, já que foi aberto um canal de denúncia por e-mail (somosmuitas@mpsp.mp.br). O MP-SP também recebeu o relato de um grupo que reúne mais de 200 mulheres que teriam sofrido abuso, mas nem todas quiseram se identificar ou formalizar a queixa.

De acordo com o MP-GO, mais de 300 mulheres já denunciaram formalmente o médium ao órgão. Ele nega os crimes.

Pedido de prisão

A Justiça de Goiás determinou, nesta sexta-feira (14), a prisão preventiva de João de Deus, suspeito de praticar abusos sexuais durante tratamentos espirituais, em Abadiânia, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal. A informação foi confirmada à TV Anhanguera pelo secretário de Segurança Pública de Goiás, Irapuan Costa Júnior.

Um dos advogados que compõem a defesa de João de Deus, Thales Jayme disse que foi informado sobre o mandado de prisão, mas não tinha recebido o documento até as 12h30. Ele declarou também que não conseguiu falar com médium nesta manhã.