Saúde

Vitamina B3 reduz risco de câncer de pele

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

 

 

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Imagem microscópica de câncer de pele. Apesar da novidade, proteção solar continua sendo a melhor arma contra a doença(Duncan Smith / Think Stock/VEJA)

A vitamina B3 é capaz de reduzir o risco de câncer de pele do tipo não-melanoma em até 23%. É o que mostra um estudo divulgado durante uma conferência da American Society of Clinical Oncology, realizada nos Estados Unidos.

Para a pesquisa, foram acompanhados 386 pacientes diagnosticados com, pelo menos, dois cânceres de pele- tais como carcinoma de células basais e carcinoma de células escamosas – nos últimos cinco anos. Metade dos participantes recebeu 500 miligramas do suplemento duas vezes por dia — o outro grupo recebeu placebo.

Segundo os resultados, os voluntários, com idades entre 30 e 91 anos, toleraram bem o tratamento. Quando eles deixaram de tomar a vitamina B3, o risco de contrair câncer de pele subiu novamente cerca de seis meses mais tarde — indicando que o benefício só pode ser adquirido se os suplementos são tomados de forma contínua.

“Esta é a primeira evidência clara de que podemos reduzir o câncer de pele usando uma simples vitamina, ao lado de proteção do sol sensata”, afirmou Diona Damian, professora de dermatologia na Universidade de Sydney e autora principal da pesquisa.

Os pesquisadores ressaltaram que o estudo utilizou um tipo de vitamina B3 chamado nicotinamida e não do ácido nicotínico, uma outra forma comum de vitamina B3, geralmente associada a efeitos secundários, como rubor e pressão arterial baixa.

“Isso está pronto para ir direto para os consultórios”, garantiu Damian. A pesquisadora alertou, porém, que o tratamento não foi testado como um remédio ou estratégia de prevenção para o público em geral. O filtro solar continua sendo a principal arma contra o câncer de pele.

O câncer de pele não-melanoma é considerado o mais frequente no Brasil e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no país, com 130 000 novos casos por ano.

 

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