Notícias

Ufba é excluída de ranking das mil melhores

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

A Universidade Federal da Bahia (Ufba) saiu do ranking das mil melhores universidades do mundo realizado pela publicação britânica Times Higher Education. O estudo, divulgado nesta terça-feira, 5, é referente ao biênio 2017-2018. Na publicação do ano passado, no entanto, a Ufba ficou entre as posições 801 a 980. Após as 200 primeiras, o ranking não divulga uma colocação específica.

Atualmente, de acordo com a pesquisa da Times, a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lideram entre as instituições brasileiras, ocupando as posições 251-300 e 401-500, respectivamente.

Qualidade no ensino, pesquisa, produção de conhecimento e reputação internacional foram os critérios analisados pela pesquisa.

Cortes

Quanto à exclusão da Ufba no ranking, a presidente do Sindicato dos Professores das Instituições Federais do Ensino Superior da Bahia (Apub), Luciene Fernandes, acredita que o corte de investimento federal vem limitando a produção de pesquisas acadêmicas.

“Soma-se a isso a proposta de limite de gastos públicos por 20 anos, aprovado pelo governo Temer. Como a universidade vai fazer um planejamento de longo prazo?”, indagou a sindicalista.

Cético em relação à credibilidade metodológica da pesquisa realizada pela Times, mas crítico ao momento político-econômico do país, o professor da Ufba Nelson Pretto acredita que a universidade expandiu-se de forma desordenada.

“A expansão foi boa, pois dá acesso a uma diversidade de alunos, porém falta sincronizar com investimentos em pesquisa, ensino e infraestrutura”, argumentou o docente, que também criticou propostas de terceirização da pesquisa acadêmica.

Doutorando em educação, Otávio Aranha presencia as limitações econômicas da Ufba. “Há problemas com o pagamento de bolsas e financiamento de projetos da pós-graduação”.

Otávio acredita que a contenção de gastos limita o contato com acadêmicos de outras universidades. “Para alguns temas, seria interessante convidar um professor de outro estado ou de país diferente, mas não há orçamento”, disse o estudante. O intercâmbio com professores de instituições estrangeiras é pré-requisito para boa colocação no ranking da pesquisa da Times Higher Education.

Procurada por A TARDE, a assessoria de comunicação da Ufba respondeu que não se pronunciará sobre o resultado do estudo. A Fundação de Amparo à Pesquisa e à Extensão (Fapex), que apoia projetos da Ufba, também não se pronunciou sobre o assunto.