Saúde

Tipos de obesidade: conheça e diferencie

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

A obesidade tem crescido cada vez no Brasil. Na Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) feita em 2016, por exemplo, mostrou-se que a obesidade aumentou em 60%, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. O excesso de peso também subiu de 42,6% para 53,8% no mesmo período.

Quando falamos nesse tema é importante ressaltar que existem dois tipos de obesidade: a central (em que o acúmulo de gordura é abdominal) e a periférica (com mais gordura nos quadris e coxas). E cada um deles afeta a saúde de forma diferente, embora ambas sejam preocupantes. Entenda melhor:

Obesidade central

Também conhecida como androide, abdominal ou “forma de maçã”, a obesidade central é mais comum em homens e se refere ao maior acúmulo de gordura na região do tronco.

Nesses casos os indivíduos acumulam gordura na região abdominal (intra-abdominal e ao redor das vísceras), que aumenta o risco de desenvolver problemas cardiovasculares, diabetes tipo 2, síndrome metabólica e da apneia do sono, vários tipos de câncer e, inclusive, de morte.

Obesidade periférica

Chamada de ginoide ou “forma de pera”, esse tipo de obesidade é mais frequente em mulheres e tem relação como o perfil estrogênico (hormônio feminino). Nela, há maior acúmulo de gordura abaixo da cintura, na região glúteo-femural.

Apesar de não ter tanta gordura na região visceral, ainda há uma mudança na produção hormonal do corpo, e risco de esta pessoa desenvolver problemas de saúde ligados ao metabolismo, como a síndrome metabólica.

IMC sozinho não avalia os tipos de obesidade

Para chegar a um diagnóstico da obesidade, o IMC (Índice de Massa Corporal) é o parâmetro mais utilizado. Embora seja uma boa orientação, nem sempre está totalmente correlacionado à quantidade de gordura corporal. Por isso, para realizar o diagnóstico correto é importante consultar um profissional, que irá optar pelo melhor método de avaliação de acordo com o seu perfil.

Na prática clínica, a circunferência abdominal é a mais usada para avaliar o conteúdo de gordura visceral. Nos homens e mulheres caucasianos, a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda utilizar como ponto de corte para risco cardiovascular as medidas de 94 cm e 80 cm, respectivamente.

Há evidências, contudo, de que a relação cintura-estatura, em que a circunferência abdominal é dividida pela altura do paciente, é o melhor parâmetro para classificar a obesidade. Neste caso, o valor de referência é que o resultado dessa divisão chegue de até 0,5.