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Terremoto no México aconteceu horas depois de treinamentos relembrando sismo de 1982

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

CIDADE DO MÉXICO — O forte tremor de magnitude 7,1 que atingiu o México nesta terça-feira, ocorreu apenas algumas horas depois de muitos participarem de treinamentos sobre terremotos em todo o país no aniversário do sismo devastador que matou milhares na Cidade do México em 1985. Em 19 de setembro daquele ano, o país viveu uma das catástrofes mais desastrosas de sua história recente. Às 7h17, um abalo sísmico equivalente a 316 bombas nucleares tirou a vida de 10 mil pessoas e deixou outros 5 mil desaparecidos. Autoridades e a sociedade civil saíram às ruas para resgatar os que estavam presos sob os escombros. Cerca de 4 mil pessoas foram salvas do risco de morrer soterradas. Os destroços mudaram a paisagem urbana e as ruas da capital.

O terremoto de 1985 deixou o país indignado, não apenas pela pobre resposta do governo, mas também pelos danos que poderiam ter sido evitados caso protocolos de segurança tivessem sido seguidos e gastos não tivessem sido poupados para construir estruturas com materiais resistentes a tremores. Desde então, a cada 19 de setembro, simulações massivas são realizadas para prevenir uma nova catástrofe.

Com o passar dos anos, os mexicanos — situados em uma zona de falhas tecntônicas — se acostumaram a conviver com tremores. Moradias e locais de trabalho são esvaziados rapidamente; linhas telefônicas se ocupam com um fluxo intenso de ligações e, hoje em dia, grupos de WhatsApp e publicações em Twitter e Facebook saturam a internet com mensagens tranquilizantes: “Estou bem”.

A jornalista freelancer Cinthia Sánchez conta que tinha 7 anos na época do terremoto de 1985:

— Me protegi junto com minha avó e primos no pátio de casa. Nunca me esquecerei do som que se desprendia dos edifícios que caíam ao redor, e muito menos da cara de minha avó dizendo: ‘Meu Deus, os prédios estão caindo!’.

O terremoto desta terça-feira aconteceu 8 km a sudeste de Atencingo, no Estado central de Puebla, a uma profundidade de 51 km, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Vídeo: Terremoto sacode a Cidade do México; assista (Via AFP)

Terremoto sacode a Cidade do México; assista

Vídeo: Veja destruição provocada pelo terremoto no México (Via )