Bahia

Suspeitos de atirar em PMs são integrantes de facção, diz delegado

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Numa ação conjunta das polícias Civil e Militar, foram cumpridos os mandados de prisão, na madrugada desta sexta-feira, 21, de quatro suspeitos do atentado contra os soldados da PM Lucas Alves Cerqueira e Raul Silvio de Jesus Souza, na noite de 7 de julho, em Cajazeira 11.

Foram presos Bruno da Silva Andrade, de 19 anos, o Galego, Isac Davi Bispo da Conceição, 21, Jonas Silva do Nascimento, o Pola, e Ubiraci Oliveira do Nascimento, 25. Isac é apontado pelo delegado Odair Carneiro, coordenador da Força Tarefa da SSP, como o líder da quadrilha.

“Eles participaram da emboscada e da troca de tiros com os policiais. Isac nos informou que a ação foi motivada por vingança, após um irmão dele morrer em uma troca de tiros com a Rondesp e o outro ser preso”, relatou Carneiro.

Isac foi preso em Inhambupe e o restante do bando em Cajazeiras e Valéria. “Isac fugiu para casa de parentes em Inhambupe, enquanto os comparsas continuaram aqui, cuidando da boca de fumo. São membros da facção Katiara, que controla o tráfico em Cajazeiras 11” explicou Carneiro.

Isac nega ter participado do crime: “Eu estava conversando com uma senhora quando Adriano Bruno passou e me mandou esperar, aí depois só ouvi os barulhos. E ele descendo e me mandando correr. Eu tenho como provar”. Galego diz que foi confundido: “Eu caí na ‘laranjada’ por ter o nome igual ao do cara que atirou nos polícias. Foi um tal de Adriano, que chamam de Bruno”.

Dura lição para presos

O delegado informou que o quarteto será indiciado por formação de quadrilha e tentativa de homicídio. “Vão aprender que quem atira em polícia não tem vida fácil”, advertiu.

Paulo José Guerra, tenente-coronel do Batalhão de Choque da PM, disse que os policiais baleados foram pegos de surpresa: “Foram surpreendidos por meliantes que já chegaram atirando, eles revidaram, mas nenhum dos criminosos foi baleado”.

Após o confronto, a polícia passou a reforçar a área. “Passamos a reforçar no intuito de manter a segurança e pegar os criminosos. Mesmo com a prisão dos acusados, continuamos em busca do  meliante de vulgo Cacá, que eles chamam de Bruno”, concluiu Guerra.