Saúde

Suplementos são usados em 54% dos lares

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

Pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (ABIAD) conclui que em 54% dos domicílios brasileiros há consumo de algum suplemento alimentar. A incidência é mais alta em Belém (59%) e menor em Brasília (47%), isso nos últimos 06 meses.

Dos lares brasileiros em que há uso de suplementos, 47% foram homens e 53% mulheres. Estão entre 17 e 65 anos de idade e consomem, em média. Entre os tipos de suplementação alimentar, destaque para a vitamina C, ômega, multivitamínicos e  cálcio. Em percentuais, 48% são vitaminas, 22% minerais, 19% extraídos de plantas, 17% ácidos graxos, 16% proteínas, 14% aminoácidos e 12& de óleos como cártamo, peixe, alho, entre outros.

Segundo a dona de casa Eliane da Silva o suplemento é uma solução para aquisição de nutrientes quando a pessoa não tem costume de comê-los naturalmente. “Meu filho faz cara feia na hora de comer legumes e verduras. Ele adora trocar o almoço por doces e outras guloseimas, mas sei da importância de ingerir carboidratos, vitaminas, proteínas, mas nem sempre o discurso funciona”, disse.

Devido à dificuldade do filho para se alimentar, a dona de casa, sob orientações médicas, adotou os suplementos. Já a nutricionista Elizabeth Regina acredita que aceitação ou não da pessoa a determinados tipos de comida é reflexo dos hábitos alimentares da família e afirma que é preciso educar também para comer. “A infância é o período adequado para acostumar os filhos”, alerta.

Com relação às dietas alimentares para a perda de peso, a pesquisa afirma que 24% das pessoas fazem regimes especiais, enquanto que 76% realizam qualquer dieta. E mais: 65% contam com orientação médica, 24% com nutricionista. Porém, 47% não estão satisfeitos com a prática da alimentação atual.

Para 96% dos entrevistados os resultados da suplementação são satisfatórios. No quesito o que motivou a consumir os suplementos, 86% disseram que foi saúde , 57% atribuíram a atividades físicas e 45% afirmou que a estética falou mais alto.