Brasil

Seis redes de franquias que naufragaram no Brasil

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

A segurança em investir em uma marca já famosa, com operações padronizadas e marketing forte, leva muitos empreendedores a optar por alocar seu dinheiro em franquias. Mas, como todos os outros setores da economia, há casos de unidades franqueadas que não deram certo no Brasil e passaram a ser apenas mais um episódio de fracasso na história empresarial do país.

O site de VEJA listou alguns exemplos de franquias que não tiveram tanto sucesso. Confira:

Dunkin’ Donuts
A franquia de rosquinhas e café americana atuou no Brasil por cerca de vinte anos. O resultado, porém, sempre ficou abaixo do esperado pelos franqueados, o que acabou levando a empresa a deixar o país em 2005. Dez anos depois, uma unidade da Dunkin’ Donuts foi aberta em Brasília. Mais ‘abrasileirada’, a franqueadora máster tenta agora reviver os sonhos da companhia americana no país.

Arby’s
Com um cardápio que tinha como carro-chefe o rosbife, a Arby’s abriu algumas lojas em São Paulo em 1992 para tentar repetir o relativo sucesso que a empresa faz nos EUA. Mas a concorrência por esse mercado é cruel, e a companhia americana não conseguiu se estabelecer no país como gostaria. A operação foi encerrada em 1999.

TGI Friday’s
O nome pode ser sugestivo: Thanks God It’s Friday (Obrigado Senhor, é Sexta-feira, em português). Mas o desemprenho da companhia no país ficou mais para a ressaca de sábado de manhã. A partir de 1997, o Friday’s abriu seis unidades no Brasil, mas o mau desempenho fez o único franqueado fechar todos as lojas. Neste mês, contudo, a empresa deverá reabrir uma unidade no país.

Radio Shack
A loja de artigos eletrônicos Radio Shack chegou a ter mais de 4.000 unidades nos EUA. Em 2015, a empresa entrou em concordata, mas continuou funcionando por lá. A empresa tentou abrir uma filial no Brasil, mas não se adaptou ao mercado e preferiu sair da operação.

Paleterias
Elas não têm apenas uma franquia, e são muitos os pontos de vendas. Mas a onda de sorvetes ‘gourmet’ com recheio que invadiu o Brasil no verão de 2015 ruiu com a chegada do inverno, quando as vendas congelaram. Duas das maiores franqueadoras, no entanto, Los Paleteros e Los Hermanos, continuam com dezenas de unidades abertas.

Blockbuster
O grupo Moreira Salles, antigo controlador do Unibanco, foi responsável pela chegada da rede de locadoras ao país. A cultura de aluguel de filmes em VHS, DVD e Bluray morreu com o crescimento da distribuição de vídeos por streaming e, com ela, a rede Blockbuster. O operação foi incorporada pelas Lojas Americanas em 2007. Nos EUA, a última loja fechou as portas em 2013.