Itaberaba

Secretaria de Saúde de Itaberaba oferece palestra sobre Doença de Chagas

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) realizou, na última quarta-feira (31), uma palestra sobre a Doença de Chagas no Auditório do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães. A doença é um problema que afeta milhões de brasileiros em diversas regiões do país, é infecciosa e tem sua causa em um parasita encontrado nas fezes do inseto barbeiro.

O evento foi organizado pela Vigilância Epidemiológica (VIEP) da SMS e contou com as apresentações do médico Infectologista da Rede Municipal de Saúde (RMS), Renato Fagner Martins, e de Vitória Ramos, representante dos Médicos Sem Fronteira, organização internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias.

Participaram do evento o secretário da Saúde, João Rodrigues Góes Jr., a assessora especial, Cléo Anjos, representando o prefeito  e o coordenador da Vigilância Epidemiológica, Evangleydson Macedo. Além deles, também estiveram presentes, compondo a mesa, a representante do Núcleo Regional de Saúde, Maristela Almeida, dos agentes de Saúde Pública, Celso Moura Neves, Manoel Correia e Eronildes Francisco dos Santos.

Para o Martins “a Doença de Chagas, apesar de ser uma doença antiga, centenária, ainda não está erradicada. E o poder público tem que saber que a batalha contra esta doença é constante, nunca uma batalha que pode se dar por vencida”. Vitória Ramos destacou a importância de se falar sobre esta doença tão negligenciada, “que muita gente até esquece e acha que não existe mais no nosso país. Mas não é verdade”, observou.

Segundo ela, menos de 10% das pessoas que têm a doença, conhecem o diagnóstico, o que justifica o fato de que “todos os números, no Brasil, serem estimados porque não se tem, de fato, uma comprovação”, disse. No Brasil, estima-se que uma população entre 1 a 4 milhões de pessoas devem ser portadoras da doença.

Deste total, menos de 1% teve acesso ao tratamento. As pessoas que quiserem saber se estão ou não infectadas devem procurar um médico para que este solicite a realização de um teste diagnóstico. Existe tratamento disponível e, na fase aguda, quase 100% de chances de cura.

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