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Salvador tem a cesta básica mais barata do Brasil

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos de agosto, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mostrou que Salvador foi a capital pesquisada com menores valores médios observados com custo dos alimentos essenciais (R$ 332,10), seguida de Natal (R$ 336,12) e Recife (R$ 340,54). A capital baiana foi a segunda com quedas mais expressivas dos preços com índice de -7,05%, atrás de Campo Grande (-7,09%), Natal (-6,15%) e Recife (-5,84%).

Em agosto, o custo do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 21 das 24 cidades onde a pesquisa realiza mensalmente. As altas mais expressivas foram registradas em Goiânia (0,04%), Maceió (0,91%) e Boa Vista (1,40%). Porto Alegre foi a cidade com a cesta mais cara (R$ 445,76), seguida por São Paulo (R$ 431,66) e Florianópolis (R$ 426,30).Em 12 meses, todas as cidades acumularam diminuição nos valores da cesta. As taxas negativas variaram entre -19,46%, em Campo Grande e -4,55%, em Aracaju. Entre janeiro e agosto de 2017, o custo da cesta apresentou queda em 23 capitais, com destaque para Campo Grande (-12,98%), Cuiabá (-11,79%), Manaus (-9,39%) e Belém (-8,50%). A única alta acumulada no ano foi registrada em Aracaju (1,19%).

Segundo Ana Georgina da Silva Dias, supervisora técnica do Dieese na Bahia, ao longo de 2017 ”temos observado mais momentos de redução da cesta, do que de elevações, e em agosto foi registrada a maior redução de 2017”. Alguns alimentos, diz ela, são afetados pela seca, mas os itens da cesta básica não sofreram esta influência, principalmente porque em alguns lugares, o inverno foi melhor que nos anos interiores.

“Temos observado uma queda não apenas nos itens de alimentação, mas nos preços de uma maneira geral, fazendo com que as taxas inflacionárias diminuam. Leite e derivados por outro lado tiveram oferta maior dos produtos, o mesmo caso da carne que, desde a Operação Carne Fraca e a ação contra grupos do setor, ocorreu redução de exportações, favorecendo a oferta para o mercado interno. Item alimentação tem peso grande no orçamento das famílias”, afirma.

Em Salvador, as únicas altas foram registradas no preço médio da farinha de mandioca (1,85%) e do óleo de soja (1,08%). O preço médio do arroz ficou estabilizado na capital baiana. Entre os produtos que registraram redução no preço médio, em agosto, destacam-se o tomate e o feijão, com variações de -28,37% e -19,43%, respectivamente.