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Redes sociais têm mais credibilidade do que os telejornais?

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

Milhões de americanos estão divididos por essas opiniões – e unidos pelo incontestável poder de influência da maior rede social do planeta.

Mark Zuckerberg refuta a alegação de que conteúdo falso – anti-Hillary ou pró-Trump – disseminado nas timelines tenha sido determinante para a surpreendente vitória do republicano.

“A ideia de que as falsas notícias no Facebook influenciaram, de alguma maneira, as eleições é uma ideia descabida”, disse o co-fundador e CEO, em relato reproduzido no canal português TVI.

Essa polêmica, vista como realidade cabal para alguns e teoria conspiratória para outros, suscita outra questão: as redes sociais tomaram o lugar dos telejornais como principal fonte de informação de um número expressivo de pessoas.

Houve um tempo que as manchetes dos telejornais eram uma verdade indubitável. A maioria dos telespectadores acreditava cegamente nas notícias lidas pelos âncoras. A TV tinha 100% de credibilidade.

Esse quadro mudou com a democratização do acesso à informação, acelerada pela aparição de muitas outras fontes, e a incorporação das redes sociais na rotina das pessoas.

A audiência dos telejornais despencou enquanto o número de usuários de internet cresceu. O brasileiro passou a contestar o noticiário da TV e a escolher telejornais que estejam em sintonia com suas ideologias.

Aquilo que o telejornalismo mostra é imediatamente repercutido na web, tanto por crédulos (para propagandear) quanto por incrédulos (a fim de contestar).

Não são poucos os que se informam exclusivamente pelas redes sociais. Seja por rejeitar a linha editorial dos telejornais ou pela falta de tempo (e paciência) de se colocar diante de um aparelho de TV.

Por isso as emissoras disponibilizam cada vez mais conteúdo da televisão na internet. O Jornal Nacional, por exemplo, posta toda noite uma foto dos apresentadores na bancada, anunciando que o telejornal vai começar. Uma tentativa de fazer quem está ao celular ligar a TV.

O Jornal Band vai além: sua edição é transmitida simultaneamente no Facebook. O Jornal da Record também disponibiliza boa parte do conteúdo na popular rede social. O mesmo acontece com atrações do gênero de outras emissoras.

Com o poder crescente das redes sociais, os telejornais deixaram de ser os donos da verdade. E as timelines passaram a absorver todas as verdades desejadas.