Itaberaba

Provedor da Santa Casa de Itaberaba falta a mais uma reunião do Conselho de Saúde

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O fato gerou revolta entre os conselheiros que em votação aberta, aprovou, por unanimidade, acionar o Ministério Público da Bahia (MPBA).

Participaram da reunião de ontem, o presidente do CMS, Luiz Fernando Santos Sales, e os conselheiros, representantes do governo, dos prestadores de serviço, dos profissionais de saúde e dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), além do vereador Carlos Tanajura que representou a Câmara de Vereadores na oportunidade.

Em sua terceira reunião ordinária, realizada no dia 02 de agosto, que contou com a presença do prefeito Ricardo Mascarenhas, o provedor Adailton Alves Silva também não compareceu. Na oportunidade, o mesmo enviou à mesa de reunião um ofício, alegando que havia sido convidado por empresa interessada em reabrir e administrar o HRI.
Sem justificativa desta vez
Após a terceira reunião ordinária, o CMS solicitou do provedor, por meio de ofício encaminhado pelo seu presidente, esclarecimentos sobre a real situação da SCM com relação a débitos com funcionários, prestadores de serviços e fornecedores. Além de informações sobre a empresa que estaria interessada em administrar o hospital.
O Conselho solicitou, do provedor, dados referentes à posse do terreno onde se encontra o HRI e sobre as condições estabelecidas para a realização dos serviços que, atualmente, funcionam no local, como: a Unidade de Coleta e Transfusão (UTC) da Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) e a empresa que realiza hemodiálise.
Em resposta, no dia 16 de agosto, o provedor, informou que a “Irmandade” SCM, estava providenciando todos os dados requeridos no ofício. Para isso, solicitou prazo de 30 dias para a conclusão do levantamento e a apresentação das respostas para os quesitos apontados pelo CMS.
Diante do exposto, o CMS fez nova convocação do provedor para prestar esclarecimentos na reunião realizada ontem, quando o mesmo não compareceu, nem se dignou a justificar sua ausência. O fato gerou revolta entre os conselheiros que em votação aberta, aprovou, por unanimidade, acionar o Ministério Público da Bahia (MPBA).
Para o presidente do CMS, Luiz Fernando Silva Sales, o conselho desempenhou o seu papel buscando o diálogo e, principalmente, a solução para o impasse que já dura mais de uma década. “Infelizmente, o provedor faltou à primeira reunião e, hoje, faltou novamente sem apresentar nenhuma justificativa. Desta forma, o Conselho decidiu provocar o Ministério Público para que este tome as medidas cabíveis”, disse o presidente.