Política

PF faz buscas no gabinete e em casas do deputado Lúcio Vieira Lima

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A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta segunda-feira, 16, uma operação que tem como alvo o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima. A operação acontece no gabinete do parlamentar na Câmara dos Deputados e também nas casas dele em Brasília e em Salvador.

Na capital baiana, policiais federais realizam buscas no apartamento de Lúcio no edifício Residencial Du Valle, no bairro do Chame-Chame, que fica ao lado do prédio onde Geddel tem residência. Advogados do político baiano acompanham a ação da PF, mas não quiseram falar com a imprensa. Os policiais estão no local desde as 6h.

A ação ocorre por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido é da Procuradoria-Geral da República, que investiga a ligação do parlamentar com os R$ 51 milhões encontrados, no início de setembro, em um apartamento em Salvador na Operação “Tesouro Perdido”, desdobramento da “Cui Bono?”.

Geddel está preso na Papuda. Em 13 de setembro, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10.ª Vara Federal de Brasília, decidiu remeter ao Supremo a investigação sobre o “tesouro perdido” de R$ 51 mi, atribuído ao ex-ministro. O magistrado alegou em sua decisão que “há sinais de provas que podem levar ao indiciamento” do deputado Lúcio Vieira Lima.

A Justiça investiga a ligação do parlamentar com os R$ 51 mi (Foto: Antonio Cruz l Agência Brasil)

Conforme a Constituição, congressistas têm foro por prerrogativa de função e só podem ser alvo de inquéritos criminais que tramitem na Corte.

No depoimento prestado à PF, o dono do apartamento situado na capital baiana onde foram encontrados os R$ 51 milhões, Silvio Antônio Cabral da Silveira, disse que foi Lúcio quem pediu o imóvel emprestado e que o fez em nome da amizade com o parlamentar, embora não conhecesse Geddel.

Além disso, no local, foi encontrada uma fatura em nome de Marinalva Teixeira de Jesus, apontada como empregada doméstica do congressista.