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Petrobras reduz diesel na refinaria em 10% em meio a protestos de caminhoneiros

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RIO DE JANEIRO (Reuters) – A Petrobras reduzirá em 10 por cento o valor do diesel nas refinarias a partir de quinta-feira, em uma decisão “excepcional” que visa permitir um diálogo entre governo e representantes dos caminhoneiros, que protestam desde segunda-feira contra os altos custos do combustível e por mudanças tributárias no produto.

Em meio a manifestações que afetam as exportações e o abastecimento interno do país, a empresa anunciou que a cotação média do diesel nas refinarias e terminais sem tributos será de 2,1016 reais por litro a partir de quinta-feira, uma queda de 0,2335 real por litro.

Esse preço será mantido inalterado por um período de 15 dias e, após esse prazo, a companhia retomará gradualmente sua política de preços, iniciada em julho do ano passado e que prevê reajustes quase que diários, em linha com mercado internacional e o câmbio.

Em conferência com jornalistas na noite desta quarta-feira, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, salientou que a redução nas bombas dos postos pode chegar a 25 centavos por litro, considerando questões tributárias e dependendo do repasse pela cadeia distribuidora e revendedora.

Ele disse ainda que a decisão partiu da diretoria executiva da companhia, sem interferência do governo.

“A independência da Petrobras não foi arranhada”, destacou Parente.

O executivo ressaltou que a queda de receita com a redução do preço do diesel será de 350 milhões de reais, com um impacto no caixa da empresa de 100 milhões de reais.

Parente ressaltou que, com essa decisão sobre o diesel, a empresa acredita ser possível ao governo e aos representantes dos caminhoneiros encontrar uma solução que tenha impacto definitivo nos preços do produto.

“Na visão da Petrobras, esta negociação passa necessariamente pela discussão de reduções da carga tributária federal e estadual incidente sobre este produto, uma vez que representam a maior parcela na formação dos preços do combustível”, afirmou a Petrobras, em nota.

Por Rodrigo Viga Gaier e Alexandra Alper