Esportes Olimpíadas

Para ser imortal, Bolt tem de manter 100% e superar recorde de 108 anos

Desde 2008, Usain Bolt não perde, e sua única queda em grandes eventos nesses oito anos foi no Mundial de atletismo em 2011, em Daegu (Coreia do Sul), quando queimou a largada da final dos 100 metros rasos e viu o compatriota Yohan Blake conquistar o título. O jamaicano de 29 anos sabe que está no caminho de se tornar imortal – ainda terá o Mundial de Londres em 2017 para disputar.

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Se apenas os Jogos Olímpicos forem considerados, ele está invicto: são sete finais em sete provas disputadas e sete ouros. 100% de aproveitamento. Agora, pela frente, ele terá os 200m e o 4x100m, nos quais também tentará o tricampeonato em Jogos. Na história das Olimpíadas, sim, existem esportistas com mais medalhas do que ‘The Lighting’, como o nadador Michael Phelps (28), a ginasta Larisa Latynina (18) e o atleta Paavo Nurmi (12).

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No entanto, encontrar um multicampeão que não perdeu as provas que disputou nos Jogos da Era Moderna é algo pra lá de difícil. Mas ele existe. E detém o recorde que Bolt pode derrubar. O norte-americano Ray Ewry (1873-1937) era imbatível também no atletismo. Nos Jogos de Paris 1900, St. Louis 1904 e Londres 1908, ele conseguiu a incrível marca de oito provas disputadas e oito ouros.

Ray Ewry, com seu 1,85m, se tornou o maior nome dos saltos – altura, distância e triplo. À época, os competidores não corriam para buscar as distâncias perfeitas: eles ficavam parados e então se impulsionavam para obter suas marcas. O norte-americano conquistou o título por três vezes dos saltos em altura e distância e outras duas do triplo.