Saúde

Obesidade pode provocar incontinência urinária. Veja mitos e verdades sobre a doença

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

A incontinência urinária é muito comum e afeta o dia a dia dos pacientes. A doença afeta a capacidade de controlar a urina, fazendo com que muitas vezes a pessoa não consiga segurar a vontade de fazer xixi e esperar até chegar ao banheiro.

O urologista André Guilherme Cavalcanti desmistificou as principais questões que envolvem o problema. Veja a seguir

O tabagismo aumenta as chances de desenvolver incontinência urinária. VERDADE
O tabagismo aumenta
as chances de desenvolver incontinência urinária. VERDADE

O hábito de fumar causa
tosses frequentes e constantes, que demandam esforço abdominal. Desta forma,
quanto mais se tosse, mais “afrouxa-se” a região pélvica, podendo resultar na
perda involuntária de urina
O hábito de fumar causa tosses frequentes e constantes, que demandam esforço abdominal. Desta forma, quanto mais se tosse, mais “afrouxa-se” a região pélvica, podendo resultar na perda involuntária de urina.

A perda involuntária de urina acomete apenas idosos. MITO
A perda involuntária
de urina acomete apenas idosos.

MITOApesar de ser mais comum em
idosos, a incontinência urinária não acomete apenas pessoas com mais de 60 anos. Até mesmo jovens, adultos e crianças podem ter a doença
Apesar de ser mais comum em idosos, a incontinência urinária não acomete apenas pessoas com mais de 60 anos. Até mesmo jovens, adultos e crianças podem ter a doença.

O número de gestações e partos normais aumenta o risco para a doença. VERDADE
O número de gestações
e partos normais aumenta o risco para a doença. VERDADE

O especialista indica que o trauma causado pela gestação e a força dispendida no perto normal pela
musculatura pélvica estimulam a incontinência urinária 
O especialista indica que o trauma causado pela gestação e a força dispendida no perto normal pela musculatura pélvica estimulam a incontinência urinária.

A incontinência urinária não tem cura. MITO
A incontinência
urinária não tem cura.
MITO

A doença pode ser tratada por
meio de diversos procedimentos. Os mais comuns são os medicamentos orais,
fisioterapia e, em último caso, as cirurgias. No entanto, quem vai definir o
melhor tratamento para cada caso é um urologista 
A doença pode ser tratada por meio de diversos procedimentos. Os mais comuns são os medicamentos orais, fisioterapia e, em último caso, as cirurgias. No entanto, quem vai definir o melhor tratamento para cada caso é um urologista.

A obesidade pode desencadear a incontinência urinária. VERDADE
A obesidade pode desencadear a incontinência urinária. VERDADE Inúmeros estudos indicam que A incidência de perda urinária aumente cerca de 10% para cada 1Kg por m² de aumento no IMC. Por isso, a obesidade é um fator de risco para o problema, e a perda de peso pode ajudar no controle urinário
Inúmeros estudos indicam que A incidência de perda urinária aumente cerca de 10% para cada 1Kg por m² de aumento no IMC. Por isso, a obesidade é um fator de risco para o problema, e a perda de peso pode ajudar no controle urinária.

Mulheres que nunca tiveram filhos nunca terão incontinência urinária. MITO 
Mulheres que nunca
tiveram filhos nunca terão incontinência urinária. MITO 
Apesar de a gestação
aumentar as chances de uma mulher desenvolver a doença, a ausência da
maternidade não é protetora. Há uma relação de hereditariedade que pode
influenciar no desenvolvimento da doença
Apesar de a gestação aumentar as chances de uma mulher desenvolver a doença, a ausência da maternidade não é protetora. Há uma relação de hereditariedade que pode influenciar no desenvolvimento da doença.

Atividades físicas podem estimular a perda involuntária de urina. VERDADE
Atividades físicas podem estimular a perda involuntária de urina. VERDADE Atividades físicas que envolvem muito impacto, como ginástica olímpica e salto em distância, podem estimular o desenvolvimento da doença principalmente em mulheres. Em contrapartida, exercícios mais leves e moderados como hidroginástica podem ajudar a reduzir os sintomas
Atividades físicas que envolvem muito impacto, como ginástica olímpica e salto em distância, podem estimular o desenvolvimento da doença principalmente em mulheres. Em contrapartida, exercícios mais leves e moderados como hidroginástica podem ajudar a reduzir os sintomas.

É impossível prevenir a perda involuntária de urina. MITO
É impossível prevenir
a perda involuntária de urina. MITO

Há exercícios de
fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico que podem ajudar a prevenir a
doença. Além disso, manter dieta equilibrada e evitar o sobrepeso também são
formas de evitar o problema
Há exercícios de fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico que podem ajudar a prevenir a doença. Além disso, manter dieta equilibrada e evitar o sobrepeso também são formas de evitar o problema.

Mulheres devem tratar a incontinência urinária com o urologista. VERDADE
Mulheres devem tratar
a incontinência urinária com o urologista.

VERDADE O urologista é o médico
responsável por questões relacionadas a disfunções miccionais tanto em homens
como em mulheres
O urologista é o médico responsável por questões relacionadas a disfunções miccionais tanto em homens como em mulheres.

Apenas mulheres desenvolvem a doença. MITO
Apenas mulheres
desenvolvem a doença.

MITO Apesar de ser mais recorrente em
mulheres, os homens também podem desenvolver a doença — principalmente os homens
com mais de 50 anos, como consequência de problemas na próstata

 
Apesar de ser mais recorrente em mulheres, os homens também podem desenvolver a doença — principalmente os homens com mais de 50 anos, como consequência de problemas na próstata.