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Morcegos brasileiros chocam cientistas por quebrarem recordes de velocidade de voo

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

Todas as saudações para o Tadarida brasiliensis (conhecido como morcego sem rabo brasileiro), que agora detém o novo recorde de velocidade de voo entre todos os mamíferos.

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Segundo pesquisadores de ornitologia do Instituto Max Plack, morcegos desta espécie, que pesam menos de 15 gramas, recentemente conseguiram bater o recorde de velocidade de voo ultrapassando 160 km/h. Isso o torna o animal voador na horizontal mais rápido do planeta.

“No início, mal podíamos acreditar em nossos dados”, disse o pesquisador Kamran Safi, “mas eles estavam corretos.”

Além de superar o recorde do andorinhão-preto, que atinge velocidades na casa dos 110 km/h e é o segundo no ranking de voos horizontais mais rápidos, o mamífero caçador de insetos quebrou recordes anteriores atingidos por outros morcegos. Na década de 50, pesquisadores estimaram que as mesmas espécies superavam a velocidade de 95 km/h. Desde então, a observação não tinha sido mais replicada.

Sobre o estudo, explica a New Atlas:

Cientistas do Instituto Max Planck anexaram rádios transmissores nas costas de morcegos sem rabo brasileiros. Usando um receptor móvel a bordo de uma pequena aeronave para detectar o sinal, a equipe conseguiu monitorar os padrões de voo dos animais e medir suas velocidades pelo ar.

[…]

Após consultar as condições climáticas do local, a equipe descartou a possibilidade de que o vento da cauda exercia influência. Sempre houve a noção de que os pássaros voavam de forma mais eficiente e rápida comparada com os morcegos. No entanto, estas novas conclusões sugerem uma nova forma de ver a habilidade de voar dessas duas distintas criaturas.

Quando falamos de voo vertical, no entanto, os pássaros ainda levam vantagem: em 1999, o falcão-peregrino atingiu uma velocidade de quase 390 km/h durante um mergulho.