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Menores de 15 anos têm até esta sexta para atualizar caderneta de vacinas

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Quem ainda não levou o filho menor de 15 anos a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação da caderneta vacinal tem até esta sexta-feira, 22, para fazê-lo. A campanha, que teve início no dia 13 de setembro, teve adesão de aproximadamente 37 mil unidades de saúde espalhadas pelo país e que estarão abertas para realizar o atendimento a crianças e adolescentes durante todo o dia.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, reforça o chamado. “Estamos pedindo a todos que levem seus filhos, crianças e adolescentes menores de 15 anos para o posto de saúde. Lá, várias vacinas estarão à disposição para que você complete a vacinação dele”. Barros ainda afirma que a caderneta precisa ter todas as doses.

“A caderneta vacinal deve ter todas as doses. Não adianta você vacinar seu filho com uma dose e não colocar a segunda ou a terceira, dependendo do tipo de vacina, porque aí a imunização não acontece”, alerta.

Entre as 17 vacinas em distribuição, a campanha busca focar no combate contra duas doenças mais comuns entre as crianças e adolescentes. A contra HPV, para as meninas com idade entre 9 e 14 anos, e para os meninos entre 11 e 14 anos; e contra o meningococo C, para todos com idade entre 12 e 13 anos.

A vacina HPV para as meninas “combate o câncer de colo do útero, uma das principais causas de morte por câncer entre as mulheres. Para os meninos, o principal é a prevenção de câncer de pênis e orofaringe”, explica a pediatra Helena Sato, Diretora Técnica da Divisão de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde. De acordo com o Ministério da Saúde (MS), foram enviadas a todos os estados 26,8 milhões de doses – incluindo 7,6 milhões para a vacinação de rotina de setembro e 19,2 milhões de doses extras para a campanha.

Ainda segundo a pasta, o objetivo da ação é combater a ocorrência de doenças imunopreveníveis no país e reduzir os índices de abandono à vacinação – sobretudo entre adolescentes. Ao todo, 350 mil profissionais participam da campanha.

Rodrigo Saavedra, coordenador do programa estadual de imunização da Bahia, afirma que a importância dos pais levarem seus filhos às unidades de saúde “está na oportunidade de terem suas cadernetas de vacinação avaliadas por um profissional de saúde e, no caso da identificação de doses atrasadas, receberem a vacina no mesmo momento”.

Em todo o território baiano, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), até o momento, 151.530 crianças compareceram nas unidades. Destas, 39% receberam pelo menos a dose de alguma vacina.

Adolescentes

Quanto aos adolescentes, 60.572 compareceram e a cobertura vacinal deles foi de 55%. “Por se tratar de uma campanha seletiva, não há meta pré-estabelecida. O objetivo é resgatar as pessoas não vacinadas para completar seus esquemas de vacinação”, afirma Saavedra. O Ministério destaca que não tomar as vacinas corretamente pode contribuir para o reaparecimento ou aumento de doenças como sarampo, rubéola e poliomielite.