Brasil

Flores inspiram os nomes de 300 mil brasileiros

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

No final da tarde desta sexta-feira, 22, mais precisamente às 17h02 – horário de Brasília –, a primavera chega ao hemisfério sul. A estação é sinônimo de clima ameno e de dias mais longos. É nesta época do ano que diversas espécies de planta começam a florescer e colorir as cidades.

Os nomes das flores enfeitam, ainda, o registro civil de, pelo menos, 300 mil pessoas em todo o Brasil, segundo dados da pesquisa Nomes no Brasil, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que reúne dados sobre nomes próprios baseados no último censo, realizado em 2010. Para muitas Rosas, Violetas, Jasmins, Acácias e tantos outros, carregar o nome de flor é mais do que uma mera informação na identidade, é motivo de orgulho. E é por isso que, para as três “flores colhidas” por A TARDE, a primavera tem significado especial.

Lucimar ganhou o apelido de “Flor de ferro” (Foto: Arquivo Pessoal)

Flor de resistência

Quando a mãe de Lucimar Freitas, 45, chegou da maternidade, em 22 de setembro de 1972, a casa da família estava repleta de flores, presente dos vizinhos para a mais nova mãe do bairro. A quantidade foi tamanha que a recém-nascida ganhou o apelido de “Flor”. Com 17 anos, a jovem, que já demonstrava o desejo de trabalhar na construção civil, realizou o sonho de ser soldadora e, em pouco tempo, foi contratada para trabalhar em grandes obras. Em 2013, viveu o auge: foi a primeira mulher a trabalhar como operária na construção da Arena Fonte Nova. A força e a determinação da funcionária conferiram a ela mais um apelido: “Flor de ferro”. “Eu trabalhava com determinação e força, como qualquer obra exige. Porém a máquina de soldar deve ser manuseada como um pincel sobre um quadro, trabalho que necessita de delicadeza, e eu o fazia com maestria”. Hoje, Flor está afastada do trabalho por causa de um problema de saúde, mas nem assim perde a alegria: “Enfrentei obstáculos da vida e permaneci firme, como uma flor que nasce em meio ao deserto”.

Flor de realização

Joelma de Jesus, 35, nem pensava em ser mãe mas já tinha em mente o nome da filha, para quando ela chegasse: Jasmym. Ela veio, há quatro anos, e recebeu da mãe o nome da flor que exala seu perfume predileto. A Jasmym, que saiu dos sonhos de Joelma e virou realidade, é, hoje, exatamente como a mãe coruja sempre desejou: graciosa, amorosa, esperta e inteligente: “Minha filha é um presente, um buquê de flores”.