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Este pássaro consegue voar 10 meses sem tocar o chão

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

Honestamente: você é capaz de fazer qualquer coisa por 10 meses seguidos, sem parar? Claro que não. Mesmo assistir séries ou comer batata frita são castigos em um período tão longo. Mas existe um pássaro que consegue voar por todo esse tempo (lembrando: 10 meses) sem parar nem um segundo para descansar: o andorinhão preto (Apus apus).

Quem descobriu foi um grupo de cientistas da Universidade Lund, na Suécia. Depois de meses de pesquisas e de observação dos pássaros, eles concluíram que, embora alguns indivíduos descansassem de vez em quando, a maior parte dos andorinhões prefere voar ininterruptamente durante o período de migração, parando apenas no fim da viagem, para procriar. Os cientistas também afirmam que um voo desses não é nada comum no reino animal: é o mais longo de que se tem notícia na biologia – um recorde mundial entre as aves.

É verdade que muitas outras espécies de pássaros voam por muito tempo sem pousar: o albatroz, por exemplo, é capaz de viajar 16 mil km sem descansar (e quase sem bater as asas), e o beija-flor consegue voar, direto, 29 milhões de vezes o comprimento de seu próprio corpo. Mas nenhuma outra ave tem a capacidade do andorinhão preto de voar por tanto tempo – quase um ano – sem algum descanso.

Embora os cientistas tenham descoberto o recorde, eles ainda não sabem muito sobre esse voo de 10 meses: durante a viagem, a ave fica batendo as asas constantemente (diferente de outras espécies, que pegam o impulso do vento); além disso, ninguém entende como (e se) eles comem durante a viagem, e nem por que diabos ele fica tanto tempo migrando. Tudo que os pesquisadores sabem, por enquanto, sobre essa viagem intensa é que o pequeno pássaro troca todas as suas penas durante o voo.