Saúde

Dieta mediterrânea reduz drasticamente o risco de câncer de endométrio

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

A dieta do mediterrâneo, rica no consumo de vegetais, frutas, nozes, legumes, cereais, batatas, peixe e azeite, reduz em até 57% o risco de câncer de endométrio(Thinkstock/VEJA)
A dieta do mediterrâneo, rica no consumo de vegetais, frutas, nozes, legumes, cereais, batatas, peixe e azeite, reduz em até 57% o risco de câncer de endométrio(Thinkstock/VEJA)

Estudo publicado no periódico científico British Journal of Cancer, mostrou que as mulheres que seguem a dieta mediterrânea (à base de peixes, verduras, frutas e azeite), correm um risco 57% menor de sofrer de câncer de endométrio. Para chegar à conclusão, estudiosos do Instituto de Pesquisas Farmacológicas de Milão analisaram os hábitos alimentares de cerca de 5 000 mulheres.

A equipe de pesquisadores desmembrou a dieta mediterrânea em nove tipos de alimentos – vegetais, frutas e nozes, legumes, cereais e batatas, peixe, azeite de oliva e consumo moderado de álcool – e pediu para que as participantes respondessem sobre os alimentos presentes em seu dia a dia. Quanto mais variada era a dieta, menor era o risco de sofrer da doença.

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O câncer de endométrio é um tumor que acomete, como o nome diz, o endométrio, um tecido altamente vascularizado que reveste a parede interna do útero. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca) este é o sexto tipo de câncer mais frequente entre as mulheres.

Para 2015 esperam-se 5.900 novo casos da doença e mais de 90% dos casos encontram-se em mulheres acima de 50 anos (pós-menopausa), atingindo o seu pico aos 65 anos. Os principais fatores de risco para este tipo de tumor são menstruação precoce, menopausa tardia, terapia de reposição hormonal e obesidade. E, agora, a alimentação passa a ter um peso grande.

Fonte: Revista Veja