Carros

DEZ CARROS QUE NÃO FAZEM SENTIDO ALGUM

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

 

Aston Martin Cygnet
Aston Martin Cygnet | Crédito: Divulgação

Uma das fabricantes mais tradicionais de superesportivos no mundo, a Aston Martin apresentou, em 2011, o Cygnet. Baseado no Toyota iQ de 2008, o compacto nunca fez sentido na gama da marca inglesa: ele estava longe de ter alto desempenho (o motor era um 1.3 de 98 cv), longe de ser um cupê esportivo e mais longe ainda de ser um legítimo Aston. Mesmo assim, ele foi oferecido apenas aos clientes da marca, no Reino Unido, até 2013.

No final das contas, o Cygnet tinha, sim, um motivo para existir. Com ele em linha, a Aston Martin tinha vantagens no programa europeu de emissões de CO2.

 

BMW GT

BMW Série 5 GT
BMW Série 5 GT | Crédito: Divulgação

Tente definir, com clareza, a que segmento o modelo da foto acima pertence. Ele não é um sedã, nem um cupê e tampouco uma perua. Para a BMW, ele é um “Gran Turismo”, como a marca batiza a linha de modelos com esta aparência, digamos, indefinida. Responsável por inaugurar a gama GT, o Série 5 GT teve uma breve passagem pelo Brasil. Já o Série 3 GT chegou por aqui em 2013 e já tem confirmada sua primeira reestilização para 2017.

Fiat Siena e Strada Sporting

Fiat Strada Sporting
Fiat Strada Sporting | Crédito: Divulgação

As versões Sporting fazem sucesso entre os hatches da Fiat, como Palio, Punto e Uno. A marca, porém, quis ir além: lançou a configuração também para Idea, Siena e Strada. Para o Idea, a aparência não ficou das piores e ajudou o modelo a perder o aspecto familiar. O caso dos outros dois, no entanto, era bem diferente: nenhum tinha nexo.

A Strada ganhava faróis com máscara negra, rodas aro 16, além de uma faixa preta abaixo da grade dianteira e acabamento cinza na grade, nos faróis de neblina e nos retrovisores. A traseira tinha a inscrição “Sporting” em baixo relevo e letras garrafais. O Siena tentava ser mais discreto com rodas aro 15, pneus de perfil alto, adesivos laterais e os mesmos detalhes dianteiros da picape. A única coisa que fez sentido em toda essa história foi o curto período de vendas das versões.

Land Rover Evoque conversível

Range Rover Evoque conversível
Range Rover Evoque conversível | Crédito: Divulgação

A tendência dos SUVs até é compreensível: eles oferecem mais robustez, visual exclusivo, maior sensação de segurança e, mais do que isso, estão na moda. Mas, tudo tem um limite: e criar um SUV conversível é ultrapassar essa marca. É o caso do Evoque, que ganhou uma versão sem teto fixo — que está prestes a desembarcar no Brasil.

Nissan Murano CrossCabriolet
Nissan Murano CrossCabriolet | Crédito: Divulgação

Não condenemos, porém, a Land Rover pelo exagero. O primeiro utilitário a perder o teto foi o Nissan Murano CrossCabriolet (acima), em 2011, eleito no mesmo ano pela revista norte-americana Fortune como o carro mais odiado daquele ano.

Mercedes-Benz Classe R

Mercedes-Benz Classe R
Mercedes-Benz Classe R | Crédito: Divulgação

Produzido entre 2005 e 2012, o Classe R foi um dos maiores fracassos da Mercedes-Benz — e foi justamente pelo baixo volume de vendas que ele deixou de existir. Na prática, nem os EUA, onde o modelo tinha grandes chances de sucesso, o aceitou muito bem. Seu melhor ano de vendas foi 2013, quando a Mercedes emplacou 18.168 unidades do Classe R. A expectativa era de 50.000 exemplares anuais.

Mais do que a questão de vendas, o Classe R era desengonçado. Misturava elementos de SUV, minivan e van, tudo isso somado a soluções estéticas duvidosas.

Mercedes-AMG G 63

Mercedes-AMG G 63
Mercedes-AMG G 63 | Crédito: Divulgação

O jipão superesportivo (repare na antítese logo de cara) tenta unir o melhor de dois mundos, mas não consegue. Equipado com um motor V8 5.5 biturbo de 544 cv e 77,5 mkgf, ele promete ir de 0 a 100 km/h em 5,4 segundos — número não tão surpreendente assim para as credenciais mecânicas do modelo. Sua desenvoltura no off-road também pode deixar a desejar por causa das rodas aro 20 de perfil 50, apesar da tração integral e dos três diferenciais blocantes.

Nissan Livina X-Gear

Nissan Livina X-Gear
Nissan Livina X-Gear | Crédito: Divulgação

Dificilmente alguém buscaria aventuras fora-de-estrada com uma minivan de visual insosso como o da Livina. O nome e a grafia da versão, remetendo a situações extremas, tinham ainda menos nexo.

Shooting Brakes

Ferrari FF
Ferrari FF | Crédito: Divulgação

Já estamos aguardando uma enxurrada de comentários sobre este tópico. Muitos dos shooting brakes, inspirados em carros já existentes (muitas vezes cupês), têm grande apelo visual por suas linhas exclusivas. Mas é só isso. Qual é o sentido ou funcionalidade de um carro que se assemelha a uma perua, porém com duas portas e espaço de cupê? De qualquer forma, funcionalidades à parte, não dá para negar que elas são lindas. Até listamos as mais legais da história.

SUVs-cupê

BMW X6 M
BMW X6 M | Crédito: Divulgação

Tudo começou em 2007, com o BMW X6. Com a tão necessária (aos olhos do consumidor) vocação esportiva dos carros, os SUVs precisavam de algum atrativo para parecerem mais dinâmicos. Daí surgiu o X6, um utilitário com traços de cupê que abriu um até então inédito segmento, atualmente frequentado também por X4, além dos Mercedes GLE e GLC Coupé. Além da aparência desequilibrada, a visibilidade é das piores. Há quem diga, porém, que foi o Ssangyong Actyon que começou com tudo isso…

Volvo S60 Cross Country

Volvo S60 Cross Country
Volvo S60 Cross Country | Crédito: Divulgação

O caso deste consegue ser ainda mais absurdo do que o Siena Sporting. Afinal, é comum que sedãs tenham configurações esportivas — aventureiras, não. O S60 Cross Country foi apresentado em 2015 com visual e características off-road, incluindo plástico ao redor da carroceria, pneus com perfil mais alto, suspensão 6,5 cm mais alta e tração integral. Mesmo assim, permanece com luxo característico de um Volvo. É interessante, mas não faz sentido.