Site lista os 10 mais gatos e gatas dos Jogos Rio-2016 – confira

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Poseidon, a maior potência marítima que já existiu na mitologia grega,  teria inveja das curvas do nadador italiano Luca Dotto, do olhar penetrante do francês Camille Lacourt ou até mesmo da potência muscular do jogador de pólo aquático australiano Rhys Howden.

Mas ele não seria o único deus grego que ficaria abismado com as magias masculinas que invadiram o Rio de Janeiro para a disputa dos Jogos Olímpicos.

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No Olimpo do Rio, Apolo, o deus super hábil para música, dança e ginástica, certamente se admiraria com os olhos puxados do novinho da ginástica artística Arthur Nory, do Brasil, que salta, pula e evolui com precisão e umas pernas caprichosamente torneadas.

Mas, se o panteão grego reunia os 12 deuses mais poderosos, aqui, por limitação de página só podemos mostrar 10 deuses que, independentemente  do que fizeram na piscina, quadra ou campo, garantiram a medalha de ouro em beleza e número de gominhos no abdômen. A tarefa de formar esse panteão foi árdua, afinal, foram 6,3 mil atletas. Mas esses dez merecem mais que parabéns.

Elas
Quase vertendo lágrimas, um amigo colunista chegou a escrever que, às vésperas da Olimpíada, vivia um doloroso luto. Com a ausência de Yelena Isinbayeva, que entrou no veto do Comitê Olímpico Internacional ao atletismo russo, a Olimpíada perdeu muito de sua beleza – segundo calcula meu amigo, os Jogos perderam 87% da razão.

Não foi para tanto, companheiro. Claro, o time atuou desfalcado. Mas, calma. Você acha que as Deusas do Olimpo nos deixariam na mão? Bom, já que estivemos dentro de casa, vou começar pelas brasileiras. Amigo, já ouviu falar em Amanda Simeão? Fera da esgrima, 22 anos, garanto que ela fez você esquecer Yeleninha com apenas um golpe. E Talisca Reis? Com leveza, a esbelta do taekwondo foi de voadora em nossos corações. Para completar o Time Brasil, Ingrid Oliveira, dos saltos ornamentais, representante número 1 da paixão nacional.

Agora, não foi à toa que o time americano liderou com folga o quadro de medalhas. Escolha: prefere pegar no gol ou jogar no ataque? A atacante de futebol feminino dos EUA, Alex Morgan, é craque dentro e fora de campo. Hope “Zika” Solo sabe agarrar. Tem nem o que dizer. Não sei se você teria altura para encarar a ala-armadora do basquete, a lindíssima Skylar Diggins.

Se ainda está fazendo biquinho, duvido que não tenha se rendido à francesa Elodie Clouvel. Incrível! Mas aviso que ela tem fôlego. Foi prata no pentatlo moderno. Acostumada a balançar a rede no handebol, cuidado para a holandesa Sanne Van Olphen não balançar seu coração.

Se gosta de rótulos originais, você deve ter reparado na paraguaia Leryn Franco, do arremesso de dardos. E, para finalizar, a nadadora húngara Zsuzsanna Jakabos. Musa! E aí? Com tantas opções, os olhos azuis de Isinbayeva nem fizeram tanta falta assim.

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