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Como se livrar de músicas ‘grudentas’, segundo a ciência

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

Cientistas desvendaram o mistério das músicas que grudam em nossa mente. O estudo, publicado na última quinta-feira na revista científica Psychology of Aesthetics, Creativity and the Arts, afirma que características musicais como repetições de refrões curtos e monossilábicos fazem com que o cérebro guarde com mais facilidade algumas canções. A boa notícia é que o novo estudo, o maior e mais completo a decifrar o funcionamento das “músicas chiclete”, também pode ensinar a se livrar delas.

Universidade de Durham, na Inglaterra, descobriram que essas canções têm notas que alternam entre agudos e graves durante toda a estrutura melódica, como o clássico infantil Brilha Brilha Estrelinha. Além disso, têm intervalos incomuns e considerados surpreendentes pelos pesquisadores, como as notas repetidas na introdução e ao longo da música Smoke on the Water, da banda Deep Purple.

Construído dessa forma, o trecho é capaz de ser armazenado no córtex auditivo, parte cerebral que “capta” as músicas, com alta eficiência, As três músicas mais “grudentas” listadas pelos cientistas são Bad Romance, lançada em 2009, pela cantora Lady Gaga; Can’t Get You Out Of My Head, da australiana Kylie Minogue; e Don’t Stop Believin’, da banda de rock americana Journey.

Com essas informações, os pesquisadores listaram alguns passos para que o cérebro se liberte desse tipo de canção. A primeira atitude é escutar a música inteira, prestando atenção a toda a melodia – e não apenas no refrão “grudento”. Assim, o cérebro se distrai do trecho repetitivo e capta outras sutilezas musicais.

Se isso não ajudar, o passo seguinte é procurar uma música de estilo completamente diferente (e sem o ritmo da “música chiclete”) e escutá-la inteira. A proposta é fazer o cérebro fugir do padrão ao que o cérebro se acostumou. A sugestão dos pesquisadores é God Save The Queen, do grupo britânico Sex Pistols.

De acordo com os cientistas, as músicas que não saem da mente incomodam mais quem está entediado ou sem alguma atividade. Por isso, a terceira dica é procurar alguma atividade envolvente, que tire o foco da canção.

A pesquisa também concluiu que existem muitos caminhos para memorizarmos as músicas. Quando o ser humano é exposto a alguma canção nova, o corpo todo se envolve no aprendizado: os olhos ficam mais atentos, o sistema auditivo fica mais aguçado e até alguns músculos se “mexem” involuntariamente. A parte boa, segundo os cientistas, é que as “músicas chiclete” são resultado da concepção espontânea da mente humana e foram associadas à melhora da criatividade e da capacidade de planejamento do indivíduo. A habilidade que algumas músicas têm de ficar no cérebro pode ser resquício da época antes da escrita, em que as informações eram aprendidas e transmitidas por meio de canções e ritmos.

Confira a lista de “músicas chiclete” feita pelos cientistas: