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Com golaço de Juninho, Bahia bate Atlético-MG e põe fim a jejum

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Xodó da torcida na campanha do acesso em 2016, Juninho virou reserva neste ano. E com justiça. Vinha numa sequência de atuações ruins, que, porém, parecem ter ido para o espaço depois de quarta-feira, 19, quando ele marcou os dois gols do triunfo do Bahia sobre o Atlético-MG por 2 a 0 em Belo Horizonte, o segundo seguido do time fora de casa.

O resultado fez o Esquadrão pular para 12º no Brasileiro, a quatro pontos de distância da zona da degola. Na próxima rodada, domingo, às 11h, visita o Santos. Matheus Sales, suspenso, não joga. Em compensação, Renê Júnior volta.

Gol ‘achado’

O panorama do jogo não parecia nada bom nos primeiros minutos no Independência. É que o Bahia tinha no banco dois de seus melhores jogadores na temporada – Régis e Allione – e pouco conseguia ficar com a bola.

Pressionado pela campanha aquém da expectativa, o Atlético partiu para cima, mas tinha dificuldade para criar. O Tricolor se segurava, mas só foi mesmo se estabelecer na partida quando ‘achou’ o gol.

Aos 13 minutos, após cruzamento, Fred afastou mal e a bola ficou com Zé Rafael, que limpou o lance e acabou calçado pelo próprio Fred. Pênalti convertido por Juninho, em seu primeiro gol na Série A.

A partir daí, com o Galo abalado, o Esquadrão viveu um curto momento de tranquilidade, com um pouco mais de posse de bola. No entanto, logo os mineiros começaram a atacar com veemência. Aos 21, Gabriel levou muito perigo em chute de longe. No minuto seguinte, Cazares chutou, a bola desviou em Eduardo e Jean fez a primeira de suas várias boas defesas no embate.

Aos 29, uma blitz. Marloce cruzou rasteiro, Jean rebateu e Fred ficou com o gol aberto para marcar. Ele bateu forte, mas Lucas Fonseca, heroicamente, conseguiu salvar de cabeça em cima da linha. A bola ainda bateu na trave antes de sair da direção da meta.

Na parte final do primeiro tempo, o Bahia esboçou contra-ataques perigosos não aproveitados por Zé Rafael, Vinicius e Eduardo. Porém, quem novamente chegou bem perto do gol foi o Galo. Aos 38, Rafael carioca cruzou e Fred cabeceou para o chão. Jean salvou.

O jovem goleiro tricolor se destacaria ainda mais no tempo complementar. Logo no primeiro minuto, Cazares cruzou para Fred desferir outra testada forte. Jean defendeu.

Lance parecido ocorreu aos 16, quando Cazares tocou para Luan cabecear e o goleiro fazer nova intervenção à queima-roupa. Seis minutos depois, Jean teve sorte. Valdívia cobrou falta, Luan desviou no primeiro pau e Gabriel usou a cabeça para tirar tinta da trave.

Naquele momento, o Bahia já se defendia desesperadamente com três zagueiros e o Atlético tentava de tudo com dois centroavantes, Fred e Rafael Moura.

Aos 26, o Tricolor até ameaçou ampliar a vantagem. Foi quando Eduardo mandou uma bomba em finalização cruzada, Gabriel desviou contra o próprio patrimônio e Victor operou um milagre.

Porém, em geral, por motivos óbvios, era o Alvinegro de Minas que tentava mais. Só que a retração promovida por Jorginho minimizou a pressão que os anfitriões tentavam exercer. E, do outro lado, sim, o esboço de antes virou realidade. Aos 42 minutos, após boa trama em contra-ataque protagonizada por Mendoza e Régis, Juninho mandou uma bala de fora da área e acertou o ângulo. O golaço levou às lágrimas o volante, que parece também ter chutado para longe a má fase.

Atlético-MG 0 x 2 Bahia – 15ª rodada do Campeonato Brasileiro

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)

Quando: Quarta-feira, 19, às 21h45

Gols: Juninho, aos 12’ do 1º T e aos 42’ do 2º T

Público: 12.177 pagantes

Renda: 307.440,00

Árbitro: Marcelo Aparecido R. de Souza

Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Bruno Salgado Rizo (trio de São Paulo);

Cartões amarelos: Bremer, Victor, Fred e Adilson (A); Matheus Sales, Matheus Reis, Jean, Eduardo e Éder (B)

Atlético-MG – Victor; Marcos Rocha, Bremer, Gabriel e Fábio Santos; Rafael Carioca (Luan), Adilson e Elias (Rafael Moura); Marlone (Valdívia), Cazares e Fred. Técnico: Roger Machado.

Bahia – Jean; Eduardo, Tiago, Lucas Fonseca e Matheus Reis; Matheus Sales, Juninho e Vinicius (Éder); Zé Rafael (Gustavo Ferrareis), Mendoza e João Paulo (Régis). Técnico: Jorginho.