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Com gol nos acréscimos, Bahia vence Sampaio Corrêa na Fonte Nova

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Foram sete jogos sem marcar gol. Quase 700 minutos sem brocar. Ontem, contra o Sampaio Corrêa, Hernane parecia impaciente para balançar a rede.  Tentava de tudo. Chute, cabeçada, até furar a bola o camisa 9 furou. A fase não era boa, mas nem por isso o Brocador desistiu. Na última tentativa, aos 46 do segundo tempo, brilhou a estrela de Hernane. Brilharam as estrelas tricolores e os 36 mil torcedores na Fonte. Mais ainda, brilhou o caminho para a Série A.

Com o placar mínimo de 1×0, o Bahia conseguiu muita coisa. Não só se manteve no G4, como agora é 2º colocado, com 59 pontos, dois a mais que o quinto Náutico. Próximo sábado, no Mato Grosso, o Bahia pega a Luverdense. Como Timbu enfrenta o Avaí, 4º, o tricolor não sai do G4 nem em caso de derrota.

Detalhes
Um primeiro tempo cheio de pressão, posse de bola tricolor, excesso de cruzamentos na área do Sampaio, mas alguns detalhes não fizeram a diferença para que o Esquadrão matasse o jogo ainda nos primeiros 45 minutos de jogo.

Nos cinco primeiros minutos, o Sampaio Corrêa mal conseguia sair de sua área. Só passou do meio-campo quase com seis minutos de jogo. O Bahia, marcando sob pressão, quase marca aos 3, com uma cabeçada de Victor Rangel. Ainda teve pênalti a favor do Bahia não marcado.

A cabeça foi, sem dúvida, a principal arma utilizada pelo Bahia na etapa inicial. Foram 33 cruzamentos na área, com apenas seis com precisão, segundo o site estatístico Footstats. Destes, quatro quase terminavam dentro do gol.

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Com uma forte marcação, o tricolor não conseguia uma jogada diferente da aérea. Cajá tentou de longe e Hernane quase aproveita falhas individuais dos adversários. Aos 28, o Brocador ficou perto do fim da seca após lambança do goleiro Rodrigo Ramos. Em outra oportunidade, o camisa 9 ficou sozinho, mas o auxiliar marcou impedimento de forma equivocada. Alias, o auxiliar estava precisando de óculos. Ao todo, nos primeiros 45 minutos, foram quatro impedimentos mal marcados.

Mesmo tocando bem a bola, o Bahia errava no último toque. Era preciso paciência para conseguir furar o bloqueio do Sampaio, que chegou a atacar em três vezes. Nada mais. Restava ao Bahia o maior desafio do embate: furar  a defesa rival e tentar conter a ansiedade que vinha da torcida.

Emocionados, jogadores rezam após triunfo (Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)

Aos 48 minutos, finalmente o Bahia conseguiu uma jogada dentro da área sem ser de cabeça. Victor Rangel aproveitou bobeira da defesa, bateu cruzado, mas errou a melhor  chance do jogo. “Estamos errando  o último passe. Estamos chegando  pelos lados, mas o time deles está ganhando pelo alto”, pregou Cajá.

Para o segundo tempo, restava brigar com três adversários: o Sampaio, a ansiedade e a impaciência. Logo no segundo minuto da etapa final, o susto. Ousado, o Sampaio chegou com Lucena, que cruzou na área e Thiago Santos  quase completa.

Para o Bahia, faltava sorte e paciência. Parecia que forças ocultas impediam a bola de entrar. Hernane tentava de todas as formas. Aos 24 minutos furou o chute. Dois minutos depois, uma cabeceada  por cima. Na última tentativa, o gol. Passe primoroso de Tiago e o fim da zica no Brocador: cavadinha e choro de alívio. No campo e na arquibancada.