Saúde

Cientistas identificam nova mutação genética relacionada à obesidade

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

Mutações genéticas podem aumentar chances de ser obeso e desenvolver diabetes tipo 2
Mutações genéticas podem aumentar chances de ser obeso e desenvolver diabetes tipo 2

 

Um estudo realizado por pesquisadores do departamento de medicina da Imperial College London, na Inglaterra, revelou a existência de uma mutação genética que pode estar associada à obesidade e ao diabetes. Para chegar à descoberta, os cientistas sequenciaram o genoma de uma mulher com diabetes tipo 2 e considerada extremamente obesa – o mesmo processo foi realizado com alguns de seus familiares. A análise do DNA encontrou duas cópias de uma mutação genética que impediam que seu organismo produzisse a proteína carboxypeptidase (CPE) – importante no processo de regular o apetite e os níveis de insulina no sangue.

A ciência sabe que há pelo menos 30 mutações genéticas associadas ao peso das pessoas, assim como há outras alterações genéticas relacionadas ao diabetes tipo 2 — essas condições genéticas são herdadas por familiares. Os cientistas acreditam que muitas mutações genéticas que contribuem para o ganho de peso ainda devem ser descobertas. O conhecimento precoce sobre a pré-disposição genética de ter obesidade pode ser uma poderosa arma para iniciar um tratamento que possibilite uma vida saudável. “Encontrar uma causa genética para o problema dos participantes do estudo é uma grande ajuda para que eles compreendam e tratem melhor a doença”, diz Suzanne Alsters, autora da pesquisa.

No Brasil, estima-se que 17,5% da população com mais de 20 anos seja obesa, quase o dobro do que era duas décadas atrás. Além disso, uma pesquisa publicada recentemente na revista científica The Lancet, realizada pela fundação Bill e Melinda Gates, revelou que o número de diabéticos cresceu em 45% nas últimas duas décadas em todo o mundo – quase todos com diabetes tipo 2. O principal motivo para isso, evidentemente, é a obesidade. A gordura acumulada no abdome gera uma resistência à insulina, forçando o pâncreas a trabalhar mais para vencer esse problema até o órgão não conseguir mais compensar esse desequilíbrio e as taxas de glicose se elevarem.

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