Política

Boletim médico fala em evolução de Bolsonaro, mas não menciona liberação

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

Boletim médico divulgado nesta 5ª feira (18.out.2018) afirma que o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) apresenta “boa evolução clínica“, mas não menciona liberação para retomada completa de atividades.

O militar foi reavaliado por médicos na manhã desta 5ª feira. A equipe saiu da casa do candidato sem falar à imprensa.

Segundo nota, Bolsonaro foi submetido a exames de imagem e laboratoriais, que constataram “boa evolução clínica e a avaliação nutricional evidenciou melhora da composição corpórea”.

O comunicado afirma, no entanto, que o militar ainda demanda “suporte nutricional e fisioterapia” e menciona o “fator limitanterelativo a presença da colostomia“.

Médicos não deixaram claro se há previsão de retomada total das atividades e se o militar estaria liberado para ir a eventos maior duração. A expectativa era que, após a reavaliação, a equipe médica se manifestasse sobre a possibilidade de Bolsonaro ir ou não aos debates na TV.

Leia a íntegra:

Bolsonaro foi submetido hoje a avaliação médica multiprofissional, de exames de imagem e laboratoriais, que se mostraram estáveis. Apresenta boa evolução clínica e a avaliação nutricional evidenciou melhora da composição corpórea, mas ainda exigindo suporte nutricional e fisioterapia. Ainda permanece como fator limitante relativo a presença da colostomia”