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Bahia registra queda de 3,4% no PIB, aponta pesquisa do IBGE

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O Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia registrou queda de 3,4% em 2015, ficando em R$ 245 bilhões. Os dados fazem parte das Contas Regionais, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 16.

A redução foi motivada pelos desempenhos negativos na indústria (-7,9%) quanto nos serviços (-3%). Já o setor da agropecuária cresceu 9,9% de 2014 para 2015.

Da mesma forma que a Bahia – que na série histórica iniciada em 2002 só havia sofrido redução de 0,3% em 2009 -, todos os outros estados brasileiros e o Distrito Federal sofreram queda simultaneamente, o que é algo inédito na pesquisa. os dados também mostram a redução de 3,5% do PIB nacional.

“Esse resultado de queda de todas as unidades da federação ainda não tinha sido visto, inclusive por nenhuma série já estimada pelo IBGE antes disso. É um resultado inédito que afeta todos os estados da federação”, explica o gerente das Contas Regionais, Frederico Cunha.

Com o resultado, a Bahia ocupa a 17ª posição relativa da variação em volume do PIB. Já em relação ao PIB per capita, o estado está na 21ª colocação, com o valor de R$ 16.115,89. O maior PIB per capita foi o do Distrito Federal (R$ 73.971,05), enquanto o Maranhão teve o menor (R$ 11.366,23).

O Mato Grosso do Sul, por sua vez, obteve o melhor desempenho em 2015, registrando redução de 0,3%, em parte pelo bom ano da agropecuária local, que cresceu 10,1% neste período. Os setores de Indústria (-4,4%) e Serviços (-1,6%), no entanto, derrubaram decisivamente a taxa no estado.

“Os estados que tiveram melhor resultado foram bastante influenciados pela agropecuária. O que pesou negativamente foi a indústria de transformação, o comércio e a construção civil. Todas essas atividades tiveram quedas expressivas”, acrescenta Frederico.

O Amapá foi o estado com a redução mais acentuada em seu PIB, com taxa de -5,5%. As principais contribuições negativas foram dos setores de Indústria (-16,9%) e Serviços (-4,1%). Eles foram puxados para baixo, principalmente, pelas atividades de Construção (-17,9%) e de Comércio, manutenção e reparação de veículos automotores e motocicletas (-14,5%).