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Antes criticados, Jesus e Firmino celebram bom momento e parceria

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Se a torcida brasileira está animada em reencontrar o Peru na final da Copa América após a goleada por 5×0 aplicada na Arena do Corinthians, em São Paulo, durante a primeira fase, dois jogadores da Seleção também ganharam novo ânimo para o duelo desse domingo (7), às 17h, no Maracanã, na decisão do torneio continental.

Atacantes da Seleção, Gabriel Jesus e Roberto Firmino trocaram as críticas pelos gols na reta final da Copa América. Os dois gols marcados contra a Argentina, na semifinal, deixaram a dupla brasileira como as principais promessas de gols para o Brasil faturar o nono título da competição.

Para Gabriel Jesus, a alegria veio em dobro. Além de classificar o Brasil, com um gol e uma assistência diante dos argentinos, o camisa 9 quebrou um jejum incômodo. Foram nove jogos, ou 754 minutos, até que o atacante voltasse a marcar pela Seleção em competições oficiais. A última vez havia sido no triunfo por 3×0 sobre o Chile, em outubro de 2017, pelas eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia-2018.

“O gol me deu confiança para atuar bem. Contra o Paraguai, o gol não saiu, mas eu estava confiante que ia marcar com a camisa da Seleção”, explicou o jogador do Manchester City, ao final do clássico contra a Argentina.

Já Firmino vive situação um pouco diferente. Titular de Tite no pós-Copa do Mundo, o camisa 20 assumiu a artilharia da Seleção na Copa América, ao lado de Everton e Coutinho, todos com dois gols, e agora tenta ser o maior goleador do torneio.

O aumento da produtividade dos dois atacantes se  justifica pela mudança de peças no setor ofensivo. Depois de começar no banco, Jesus ganhou a vaga de Richarlison no intervalo do empate com a Venezuela, pela primeira fase, na Fonte Nova. Apesar de ter passado em branco no duelo, o ataque brasileiro viu a sua produtividade crescer com a dupla.

Apesar de serem centroavantes, Gabriel Jesus e Firmino se revezam entre jogar centralizado e pelas pontas. “Eu e Gabriel é isso. Mostramos que a gente se conhece bem, nos damos bem, independentemente da posição. Estamos aqui para ajudar a Seleção”, disse Firmino.

O bom momento do ataque brasileiro coincide também com a boa fase da defesa. O Brasil chega à decisão da Copa América sem ter sido vazado. Apenas a Colômbia, na edição de 2001, conseguiu ser campeã sem sofrer gols.

Gre-Nal no Maraca
Terceiro integrante do ataque brasileiro, Everton é outro que tem motivos de sobra para entrar em campo motivado. Cria do Grêmio, o “Cebolinha” vai fazer no Maracanã um clássico particular com Paolo Guerrero, jogador do Internacional.

“Tem Gre-Nal, espero que possa levar a melhor aí (risos). O Guerrero é um grande jogador, tenho enfrentado ele algumas vezes, sei da dificuldade que é. Um jogador técnico, que protege bem a bola. Espero que ele não esteja em uma tarde feliz”, contou o atacante.

Positivo e negativo 
O Brasil chega à final da Copa América com o ataque mais positivo da competição. A Seleção balançou as redes dez vezes em cinco jogos. Metade dos gols foram em Gallese, do rival de domingo.

Por outro lado, a Copa América 2019 tem a quarta pior média de gols da história do torneio. Restando apenas mais dois jogos para o fim do torneio – além da final, Argentina e Chile se enfrentam hoje pelo 3º lugar -, apenas 53 gols foram marcados em 24 jogos. Somente  as edições de 1922 (média de 2 gols), 1989 e 2011 (média de 2,1 gols cada) tiveram rendimento pior.