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Advogado de agressor de Valdemiro já foi condenado

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O advogado Sindbad Thadeu Focaccia, que assumiu a defesa do ajudante-geral de pedreiro Jonatan Gomes Higino, 20 anos, acusado de esfaquear o pastor Valdemiro Santiago durante um culto no último domingo, tem em seu passado uma condenação por 19 anos e seis meses de prisão por suposta participação em um assassinato. A sentença foi proferida em 1995. Focaccia foi acusado pela polícia de, junto com outros advogados, ter intermediado a contratação de dois ex-policiais militares — também condenados — para matar a decoradora Gisele Balestero Pascini. A vítima era mulher do falso médico Bruno Cesar Pascini, que se celebrizou nos anos 1990 por ter tido como pacientes as cantoras Fafá de Belém e Gal Costa e o ex-governador de São Paulo Luiz Antônio Fleury Filho, sem que tivesse se formado em medicina — ele atuava na área com um diplomada comprado. Pascini foi acusado de mandar matar a esposa e pegou 30 anos de cadeia.

Em entrevista a VEJA, o advogado afirmou que, de fato, chegou a ser preso pelo caso, que considera injusto, mas não revelou o tempo que ficou atrás das grades. Ele também explicou que o caso está em revisão criminal. “Eu trabalhava para um pessoal, que cometeu o homicídio. No fim, me envolveram. E deu repercussão e daí teve uma situação que me envolveram. Depois, no final das contas, a própria pessoa que falou isso refez [o depoimento] por intermédio de carta e ato judicial e reverteu tudo. Eu estou pedindo revisão criminal. Isso está em processo de revisão”, afirmou.

Em relação à defesa do agressor do pastor, Focaccia afirmou que vai pedir amanhã à Justiça um laudo para verificar a sanidade mental do rapaz, que teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Em depoimento à polícia, Higino contou que o pastor o havia provocado, dizendo que iria crucificá-lo durante uma pregação. No domingo, dia 8 de janeiro, enquanto Valdemiro distribuía bênçãos aos fiéis na chamada fila de imposição de mãos, o jovem aproximou-se dele e o golpeou com um facão no pescoço.

Foccacia, que é evangélico da Igreja Renascer em Cristo, disse que assumiu a defesa de Higino por um pedido do “pessoal da igreja” de Valdemiro. O advogado, no entanto, declarou que não tem nenhuma relação com o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus. “O pessoal da igreja me pediu para dar uma assistência. Eu milito nessa área há 36 anos. [Foi] para ajudar a pessoa. O próprio Valdemiro já falou que perdoou. Até, espiritualmente, ele já liberou a vida do rapaz”, disse.