Espiritualidade

A Bíblia e o Impeachment

A ODONTOLÓGICA é a principal Clínica da Chapada Diamantina. Atende as regiões de Itaberaba, Iaçu, Boa Vista do Tupim, Ruy Barbosa, Itaetê, Marcionílio Souza, Wagner, Utinga, Lençóis, Andaraí, Nova Redenção, Lajedinho, Ibiquera. Realiza atendimentos com especialistas em odontologia nas áreas de ortodontia, implantes, cirurgia, endodontia (tratamento de canal), odontopediatria, restaurações, periodontia, laserterapia, estética. Procedimentos Realizados: Restaurações, Estética, Periodontia, Tratamento de canal, Ortodontia, Aparelho ortodôntico, Extrações, Profilaxia, Remoção de tártaro, Implante, Enxerto ósseo, Levantamento de seio maxilar, Implantes Carga Imediata. Dr. Gardel Costa é Doutorando, Mestre e Especialista em Implantes, Especialista em Ortodontia, pós-graduado pela New York University.

O livro do pastor Caio Fábio, A Bíblia e o Impeachment, (Faça o download gratuito aqui) continua tão pertinente hoje quanto o fora há quase duas décadas e meia, seja porque o país está em clima de um outro impeachment, seja porque quem ao qual o livro se destinou no início da década de 90 permanecer sendo ainda destinatário do mesmo: a igreja evangélica.

Falar em igreja evangélica (igreja como instituição, claro) nos dias de hoje não é exatamente a mesma coisa de há duas décadas e meia. Nos idos do início dos anos 80, a igreja ainda era uma recém-saída dos negros anos da ditadura militar. Nesse período, a igreja foi silente. Com raríssimas exceções, uma ou outra voz evangélica se erguera contra o regime de exceção. A igreja era apenas um componente social discreto, avesso à política, longe dos embates que diziam respeito à nação e nutria, até, uma certa simpatia com o autoritarismo por conta de sua “filosofia da ordem”. Em suma, o regime militar não perturbava e ela não perturbava o regime militar.

Quando ocorre a redemocratização do país, a igreja começa a sair da toca e percebe que tem que se colocar no mundo. Inicia-se então a propagação de um mote que grassou o meio evangélico na segunda metade da década de 80, que era o “irmão vota em irmão”. Sendo um ambiente estranho ao pensamento crítico e à politização da vida, a igreja estava desguarnecida de formulações intelectuais/espirituais para discutir esse pressuposto, especialmente os meios pentecostais que, à época, estava em outra dimensão com Paul (hoje David) Young Cho. Pouquíssimas vozes, advindas sempre das igrejas históricas, eram os ‘hereges’ que se metiam nesse tipo de assunto.